Deixamos, os personagens desta obra e eu, aberto este espaço para dar permanência a qualquer manifestação de sentimento, interessado em estender aliança com o ambiente coletivo desta criação, que impera a liberdade de elevar ou corrigir os feitos artísticos assentados nos fundamentos de uma transformação.
CAI CHUVA NO MEU CORAÇÃO
FORA DOS LIMITES
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Quando se experimenta Fora dos Limites! |
UM NOVO EU


Precisei despir, de suas roupas suadas, o meu espírito.
A fim de que fosse realizado, a começar por um espaço vazio...
Um novo projeto, tecido de práticas NÃO MAIS ANTIGAS.
No conhecimento profundo de vestir outros objetivos.
No processo de confeccionar
UM NOVO EU.
NO TECIDO DOS MEUS PENSAMENTOS / PELE DE UM FIGURANTE

Estava eu, um dia, com meu desejo profundo de entrar na pele de um figurante, quando, em voz alta, seu íntimo, em mim, proferiu:
__Tens, dentro de tua sabedoria, um agente de profissionalismo capaz de promover
avanços sociais em outras vidas?
Retirei-me,
para um silêncio.
NO SUBIR A ESCALA ÍNGREME DA MENTALIDADE

Uma Ocasião...
Eram meados de outubro, presenciei sob uma nova esfera de direção, uma enumerável multidão, subindo a escala íngreme da sua mentalidade.
Nos ombros, precisava ver, sacos e mais sacos de memoráveis pecados veniais, quase todos solidificados, sob omissões mortais cometidas.
Mantidos, até pouco tempo, na faculdade de minhas interrogações.
Até que estas impressões foram, pela fisionomia de outro olhar, endereçadas a outras e mais outras maneiras de olhar.
Algumas turvas ou estigmáticas em muitas obrigações...
Mas suficientes para não experimentar julgar a leitura dessas lições.
VIVÊNCIAS INFINITAS

Batem na porta da minha alma.
__Quem é? Pergunto.
Sem esperar respostas, ele entra
e abre todas as minhas janelas.
Percebo, então, cair um olhar
benevolente sobre o meu respeito.
Meu entusiasmo começa de longe
expor o nascimento de uma alegria..
Um sentimento de liberdade também.
... Meu Deus, como pude deixar,
tanto tempo,
de colher Vivências Infinitas?!!!
PEITAS TURBULÊNCIAS

Em débitos... Em poucos créditos... Em diminuição de pleitos...
E lá tava eu... Sofrendo do peito, em pé de guerra contra um peito largo, de "MASSA MUSCULAR DE ERROS".
Um pouquinho à frente, na mesma área anatômica que molhava o peito, era considerado "PEITUDO" diante de uma base vitaminada de cálculo chamada "DESALEITAMENTO DE ACERTOS".
Um DETALHE, amamentava desregradamente nos colos fartos d'uma região peitoral, ostentada por correntes de ouro maciço, vindo de uma Serra que não tava pelada.
Aliás, este procedimento local, visivelmente robusto, é comum nas atitudes que têm necessidade de expor, em "DECOTES SEMI-ABERTOS",
SUA EXTRAVAGANTE DISTINÇÃO LATIFUNDIÁRIA.
SOB O OLHAR DE UMA CÂMERA

Bem, ou não bem focadas, provam , d'um fundo de olho que, as nossas formas de vida estão, num grau de cumplicidade, preconizadas, em performance simetria, com a luz do ambiente do nosso estado de espírito.
E mais, logo depois que se enxerga largamente a sim mesmo, partem, sob o alcance dois nossos olhos, por
um caminho estreito duma crítica que se abrem com raios de sol, " PARA, CLARAMENTE, NOS COLOCAR
NA VISÃO DO PRÓXIMO."
ENFIM!
SOMOS TODOS LIVRES PARA sair ou entrar, numa
órbita humana E LIVRES PARA MUDAR DE ÓPTICA!
ESTENDIDOS NA TEMPORALIDADE

Aí Estão!
Expostas, desde uma época remota, concitadas nas cordas humanas, se propiciando das longas e pequenas oportunidades. Deixadas...
Repare!
Propositalmente abertas, a céu aberto, na cor do azul, branco ou vermelho. E nas insatisfeitas vontades, enunciadas:
"VISTAM-SE ESSENCIALMENTE DE ESPIRITUALIDADE, ESTES ANSEIOS NA TEMPORALIDADE."
